Ando meio nostálgica, as coisas ainda não mudaram e já começo a sentir saudades, a Adele cantando no meu ouvido tem uma parcela de culpa dessa nostalgia, as músicas moldam o meu humor de uma forma que não consigo explicar, é magico e eu gosto.
O sono já veio me castigar e por mais que tente lutar contra ele, duvido que ganhe, já dei essa batalha como perdida, meus olhos pesam e minha cabeça não funciona como eu gostaria, na realidade as letras já estão embaralhadas uma nas outras e as frases estão se formando sem lógica alguma, estou apenas escrevendo o que vem na mente, acho que ninguém vai me compreender, e começo achar que o propósito talvez seja esse, escrever por escrever e deixar as palavras aqui, soltas e livres como todos nós deveríamos ser, livres de preconceitos, livres de tabus, livres de rótulos, livres de nós mesmos, na maior parte das vezes, somos o nosso próprio algoz, nos torturando pelos prazeres proibidos que sentimos, nos ensinam desde sempre que o certo é caminhar sempre reto e seguir o caminho da vida sem pegar atalhos, porque atalhos são imorais, atalhos são fétidos, atalhos são indecentes e acima de tudo, atalhos são proibidos, e mesmo sabendo que se você dobrar a direita vai chegar mais rápido e ainda vai encontrar chocolate quente, bolinho de fubá, conversas gostosas e aguá cristalina, não dobre, afinal é PROIBIDO. O certo, o digno e o belo é seguir sempre em frente, mesmo sabendo que ali, o máximo que vai encontrar é chão batido.
Não estou aqui para julgar ninguém, mais sinto informar aos politicamente corretos que seguir sempre em frente é chato e uma hora os fantasmas do e se? Do como seria? iram aparecer, e quando eles resolverem bater na sua porta, pode ser tarde demais.
Se pudesse dar apenas um conselho, seria esse: Aproveite a vida da maneira que achar melhor, seja gazetando faculdade pra tomar birita e jogar truco com os amigos ou seja devorando todos os livros de matemática para aquele concurso fodástico.
Simples assim!
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Agulhas
Hoje quando acordei a primeira coisa que veio na cabeça foi: Tenho que fazer exame de sangue.
Logo pensei: vou hoje ou amanhã?? (Estou adiando esse exame à 1 semana, tento me convencer que é por preguiça, quando na verdade sei que é por causa da dor, odeio fazer exame de sangue, mas afinal quem em sã consciência gosta?) acabei não indo, e o amanhã já esta quase batendo na porta, ou seja, estou sofrendo por antecipação, engraçado com uma simples agulha me mete tanto medo, já enfrentei coisas piores e sempre com a cabeça erguida e com uma coragem fora do sério, mas infelizmente, agulhas ainda conseguem fazer minhas pernas tremerem por mas ridículo que possa parecer.
Mas saindo um pouco dessa história de agulha e sangue, queria compartilhar minha dúvida de hoje, estou voltando pro batente na quinta-feira e não sei mais se realmente quero continuar no meu emprego, ando meio cansada de tudo, e só de pensar em voltar a ver as mesmas pessoas, os mesmo contratos, a mesma tela de descanso do computador,(que por sinal é totalmente sem graça) já me dá agonia, não sinto mais aquela alegria de acordar e trabalhar que sentia, seria simples se existisse outro emprego em vista, mas não é o caso, então me pego pensando, vale a pena trabalhar sem prazer?? Vale a pena me estressar e não me dedicar tanto a faculdade como deveria?? Confesso que se não fosse por causa do salário ( que não é nada bom, mas que eu preciso muito) talvez não estivesse mais lá... talvez.
Vou parar pra pensar um pouco mais e tomar uma decisão, ai quando tiver uma resposta concreta eu compartilho aqui no blog.
Agora irei tentar dormir sem pensar na agulha de amanhã, se é que isso é possível.
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